Freud e a Psicanálise

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Freud

Freud inaugura a psicanálise ao fazer um corte epistemológico no saber psicológico, no momento em que substitui o olhar pela escuta da sintonia, na histeria.
O sintoma tem um sentido e um significado. O inconsciente e determinado e determinante na constituição do psiquismo. Está inaugurada a psicanálise.
Freud desvela a estruturação do sujeito humano, que emerge da tecitura de uma rede de significações descritas em seu desenvolvimento em suas experiências de troca relacional. Está assim definida a especificidade do sujeito humano: ser de relação que só existe em e na cultura.
O enquadre fica assim definido:
- Todo ser humano é filho;
- Todo ser humano tem uma organização libidinal (desejante);
- Todo ser humano necessita em grupo para exercer esta organização.
Sujeito determinado por um inconsciente (que o estrutura) só pode atualizar, presentificar o já escrito. Assim nossa ilusão de autonomia e liberdade de escolha se esvanece, sendo por isso a psicanálise dita á “terceira ferida narcísica da humanidade” (1° Darwin, 2° Copérnico, 3° Freud).
Freud determina claramente as causas de nossos conflitos sem eles inerentes à nossa constituição por sermos sempre resultado de duplas inscrições a serem harmonizadas:
- Ética do desejo versus ética da cultura (princípio do prazer versus princípio de realidade)
- Lógica da razão versus lógica do afeto.
Da dialetização dessas duplas inscrições constitutivas resulta o sujeito sadio ou neurótico.
Freud ao descobrir o sentido do sintoma (também do ato falho do sonho) afirma a não gratuidade de todo ato humano. Existe sempre um já inscrito que sempre atualiza e presentifica em cada ato.
Ou seja: Nada é aleatório todas as escolhas são conseqüências de significações previamente assimiladas (pré-conceito).
Como no modelo do computador: Só se atualiza o que o programa previamente estabelece como possibilidade.
Este programa (fantasmáticamente impresso, inconsciente) é formado a partir das experiências vivenciadas na relação EU/OUTRO e irá inaugurar o ID, que é a impressão digital psíquica de cada um de nós.
(A psicanálise tem por objetivo reconhece-lo)
Assim, psicanaliticamente falando, cada sujeito é único.

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